De Boca Nervosa: NetAart tem que ser mais que simples experimentação e "jogo" para aqueles que vão às exposições.
" É este o segredo do empirismo. De modo algum é o empirismo uma reação contra os conceitos, nem um simples apelo à experiência vivida. Ao contrário, ele empreende a mais louca criação de conceitos, uma criação jamais vista ou ouvida. O empirismo é o misticismo do conceito e seu matematismo. Ele trata o conceito como o objeto de um encontro, como um aqui-agora (...) de onde saem inesgotáveis os 'aqui' e os 'agora' sempre novos, diversamente distribuídos". [DELEUZE, 2006, p. 17].
Mais que ser divertido, legal, o desvio tem a potência de chamar para conceitos, para alguma epistemologia, uma construção do modo de se ver a vida e o mundo. Senão fica parecendo videogame. "Aperte aqui" "Acontece isso lá". Bem, os videogames são muito bem sucedidos naquele tipo de fluxo de informação/tensão Mihaly Csikszentmihalyi: Creativity, fulfillment and flow que despertam no expectador, leitor, ou alguém que passe por ali.
"Repetir é comportar-se, mas em relação a algo único ou singular, algo que não tenha semelhante ou equivalente. Como conduta externa, esta repetição talvez seja o eco de uma vibração mais secreta, de uma repetição interior e mais profunda no singular que a anima. " [DELEUZE, 2006, p. 19].
Desvio ou programação bem sucedida que aqueles que pretendem propor alguma forma de arte que envolva uma parafernália digital. Eu gostaria que esse tipo de construção epistemológica que parte do conhecimento e da experiência do próprio artista, da sua história, ficasse disponível nas exposições de um modo geral com letrinhas um pouquinho maiores, que não fosse necessário dar uma "googlada" antes ou depois do passeio, apesar de ser um prazer fazer isso. A informação é capaz de fazer refletir sobre aquilo que nos chega em forma de sons, imagens, micro e macro instalações.
referências:
DELEUZE, Gilles. Diferença e repetição. 2.ed. Tradução: Luiz Orlandi e Roberto Machado. São Paulo: Graal, 2006.
" É este o segredo do empirismo. De modo algum é o empirismo uma reação contra os conceitos, nem um simples apelo à experiência vivida. Ao contrário, ele empreende a mais louca criação de conceitos, uma criação jamais vista ou ouvida. O empirismo é o misticismo do conceito e seu matematismo. Ele trata o conceito como o objeto de um encontro, como um aqui-agora (...) de onde saem inesgotáveis os 'aqui' e os 'agora' sempre novos, diversamente distribuídos". [DELEUZE, 2006, p. 17].
Mais que ser divertido, legal, o desvio tem a potência de chamar para conceitos, para alguma epistemologia, uma construção do modo de se ver a vida e o mundo. Senão fica parecendo videogame. "Aperte aqui" "Acontece isso lá". Bem, os videogames são muito bem sucedidos naquele tipo de fluxo de informação/tensão Mihaly Csikszentmihalyi: Creativity, fulfillment and flow que despertam no expectador, leitor, ou alguém que passe por ali.
"Repetir é comportar-se, mas em relação a algo único ou singular, algo que não tenha semelhante ou equivalente. Como conduta externa, esta repetição talvez seja o eco de uma vibração mais secreta, de uma repetição interior e mais profunda no singular que a anima. " [DELEUZE, 2006, p. 19].
Desvio ou programação bem sucedida que aqueles que pretendem propor alguma forma de arte que envolva uma parafernália digital. Eu gostaria que esse tipo de construção epistemológica que parte do conhecimento e da experiência do próprio artista, da sua história, ficasse disponível nas exposições de um modo geral com letrinhas um pouquinho maiores, que não fosse necessário dar uma "googlada" antes ou depois do passeio, apesar de ser um prazer fazer isso. A informação é capaz de fazer refletir sobre aquilo que nos chega em forma de sons, imagens, micro e macro instalações.
referências:
DELEUZE, Gilles. Diferença e repetição. 2.ed. Tradução: Luiz Orlandi e Roberto Machado. São Paulo: Graal, 2006.


